SÚMULA
DA QUARTA REUNIÃO CONJUNTA ENTRE ORGANISMOS GOVERNAMENTAIS
E DO SETOR PRIVADO INTEGRANTES AO P.I.F.E.C., REALIZADA EM BRASÍLIA
NO DIA 8 DE DEZEMBRO DE 2005 NA SEDE DA CONFEDERAÇAÕ
NACIONAL DA INDÚSTRIA - CNI.
Atendendo
convite do Comitê das Rotas de Integração da
América do Sul, reuniram-se na cidade de Brasília,
no dia 8 de dezembro de 2005, com início às 9h30minutos,
representantes dos seguintes organismos do governo federal e do
setor privado, participantes do grupo de Trabalho denominado “Processos
de Infra-Estrutura Física, de Energia e de Comunicações
– PIFEC”, conforme registro na lista de presença:
Ministério
das Relações Exteriores, MRE, senhor André
Jafet Bevilacqua, Câmara Interamericana de Transportes,CIT,
senhor Julio César M.M. de Alencar, BNDES, Banco de Desenvolvimento
Econômico e Social senhor André Rüttimann, CAMEX
- SE, senhor Jaime Herzog, Confederação Nacional da
Indústria, CNI, senhor Paulo de Britto, Associação
Nacional de Empresas Rodoviárias,ANEOR, senhor José
Alberto Pereira Ribeiro e senhor Walter Diogo, Federação
das Indústrias do Estado do Mato Grosso/Gov MT, senhor Serafim
C. Melo, Sindicato dos Transportadores de Cargas – SETCERGS,
Núcleo de Logística, senhor Paulo Renato Menzel, Confederação
Nacional dos Transportes,CNT, senhora Alline Miranda Botrel, Ministério
dos Transportes, MT, senhor Luiz Carlos Rodrigues Ribeiro, representado
pelo senhor Laerte Corrêa Marques e CRIAS, Comitê das
Rotas de Integração da América do Sul, senhor
Joal Teitelbaum.Comunicaram a impossibilidade de comparecer os senhores
Alberto Pfeiffer, do Conselho de Empresários da América
Latina, CEAL; UPADI, União Panamericana de Engenheiros, senhor
Cláudio Dall´Ácqua, Leandro Couto, do Ministério
do Planejamento e senhora Denise Gregory, da representação
do CEBRI.
Iniciados
os trabalhos o presidente do CRIAS, Comitê das Rotas de Integração
da América do Sul, procedeu aos agradecimentos pela efetiva
e comprovada aceitação do convite pelos organismos
governamentais e setor privado e da mesma forma à CNI que
cedia suas instalações e equipamentos para esta quarta
reunião do P.I.F.E.C., bem como expressou as boas vindas
aos representantes da Confederação Nacional dos Transportes
e da Câmara Interamericana de Transportes.
Não
tendo ocorrido anteriormente a esta quarta reunião qualquer
manifestação sobre a súmula da terceira reunião,
foi colocada a mesma em apreciação, tendo sido aprovada
sem ressalvas.
Ainda
na abertura dos trabalhos o representante do CRIAS procedeu a leitura
da mensagem do representante do CEAL, a seguir transcrita:
“Prezado
Joal,
Conforme conversamos na manhã de hoje, minha presença
a Brasília nesta quinta-feira será impossível,
devido a afazeres previamente agendados em São Paulo.
Quero reiterar meu apoio, em nome do CEAL, aos trabalhos do PIFEC.
Creio ser fundamental e oportuno que o setor privado, por meio do
PIFEC, expresse-se de maneira pública sobre a importância
da IIRSA, iniciativa que reúne aspectos sociais, econômicos
e políticos que se coadunam com os interesses nacionais do
Brasil.
Por favor registre minha ausência e transmita meus cumprimentos
aos presentes.
Um fraternal abraço,
Alberto
Pfeifer
CEAL “
Registrou,
ainda, a manifestação transmitida pelo Presidente
da UPADI de integral apoio à proposição apresentada
pelo Presidente do CRIAS à reunião do Grupo VESA realizada
dia 23 de novembro no BNDES no Rio de Janeiro, qual seja a de serem
estabelecidas metas que gerem resultados e que se tenham indicadores
para aferir estes resultados.
Como
primeiro item da Pauta, foi procedida a apreciação
sobre as recomendações e sugestões das três
reuniões anteriores realizadas pelo `PIFEC”, particularmente
a de setembro no BNDES. O representante do CRIAS discorreu sobre
as mesmas e expressou o entendimento do CRIAS de que o manancial
já existente de propostas concretas já se constitui
em subsídios valiosos para ações da integração,
procedendo a leitura de algumas destas proposições
que remontam inclusive aos primórdios da constituição
do CRIAS em 1996, com os corredores e pólos de desenvolvimento.
Houve consenso que este elenco de trabalhos técnicos, proposições
e planejamento estratégico e que estão consubstanciados
no site www.rotasintegracao.org.br e especificamente no ícone
PIFEC estão a merecer ações conjugadas do setor
público e setor privado para utilização desta
ferramenta para a integração da região sul-americana.
A
seguir passou-se a análise do segundo item da pauta “Ações
para consolidar a cultura da integração regional”,
tendo o representante do CRIAS apresentado o trabalho “ Considerações
Sobre o Processo de Integração da América do
Sul – Ações Estratégicas”, quando
foram projetados os Mapas do CRIAS de 1999, da reunião de
criação da IIRSA em 2000 e o atual mapa de 2005. Discorreu
sobre os Agentes Protagônicos da Integração,
referindo-se as Políticas de Estado,A Sociedade – Agentes
Privados – ONG´s – Academia e Outros e aos Organismos
de Fomento. Analisou “O QUE” tem que ser estruturado
: Em um prazo de 10 anos equacionar os processos de reduzir o gap
entre o Norte e o Sul, Adotar indicadores
específicos a partir de 2006 para medir o acompanhamento
da gestão dos Projetos de Infra-estrutura Física e
Construir com efetivas políticas de estado até 2015
a sinergia econômica, social e cultural na sub-região.
Para tanto enunciou “QUAIS” as ferramentas indispensáveis,
ou sejam : Reformas tributária, política, trabalhista,
previdenciária e judiciária, Engenharia Financeira
aplicável e decorrente de reformulação de ações
normativas em plano internacional, relacionamentos inter-regionais
e a “ferramenta” da infra-estrutura física. No
“COMO” alcançar as metas, sugeriu Ações
integradas do Setor Público com o Setor Privado/Sociedade
Civil, Ações na formatação intelectual
em todos os níveis de formação educacional,
Ações na saúde e Ações em Pesquisa
e Desenvolvimento, concluindo com a seguinte afirmação
“Assim como na qualidade os fundamentos e processos estão
muito bem definidos pelos teóricos e que, quando aplicados
de forma ordenada e continuada conduzem ao sucesso na gestão
privada, da mesma forma o conceito é válido para os
países onde o componente fundamental é o ser humano,
Atrevemo-nos a afirmar que os mesmos fundamentos de Peter Drücker,
de que as boas empresas disputam o mercado e as ótimas criam
o mercado, assim o é também com os Países,
acrescido do diferencial, de que os ótimos não criam
apenas um País, criam, sim, uma Nação.”
O representante do CRIAS enfatizou o elencado no “Como”
e na necessidade de definição dos indicadores para
medir as metas formatadas pelos projetos de infra-estrutura, já
em 2006.
Para
Ver - Apresentação do CRIAS
O
trabalho do CRIAS foi considerado como um instrumento a ser utilizado
na formatação de ações que conduzam
a consolidar a integração da América do Sul,
indicando o cenário e “QUE”, “QUAIS”
e o “COMO” fazer.
Foi consenso dos participantes de que a cultura da integração
sul-americana deva ser muito bem difundida e esclarecida com a maior
abrangência, pois não é uma mera ação
cultural na acepção da palavra, mas sim o entendimento
do que significa a conquista do estabelecimento de uma cultura de
integração através da infra-estrutura física.
O representante do MRE analisou aspectos relativos a unidades da
federação e que não sejam fronteiriços
e que é relevante que a sociedade nos mesmos compreendam
estes Projetos não como pontuais, mas como de interesse nacional
e que objetivam construir cadeias produtivas com autonomia. O representante
da CAMEX externou sua concordância com este posicionamento
pois, inclusive quando o Brasil atua na realização
de uma obra no exterior está havendo uma exportação
de serviços e em alguns casos, também de equipamentos.
Para ilustrar o cenário o representante do CRIAS fez referências
a dados divulgados em trabalho na revista Exame, dezembro de 2005,
pág.86 onde é apresentado um quadro comparativo entre
indústria, serviços e agricultura nos Estados Unidos,
nos anos de 1975 e 2005 e cujos indicadores percentuais são
respectivamente os seguintes :
| . |
Indústria |
Serviços |
Agricultura |
| 1975 |
32% |
60% |
8% |
| 2005 |
19% |
80% |
1% |
No escopo
de que as iniciativas deverão contemplar além das
grandes empresas mas também as médias e pequenas empresas,
a semelhança do que ocorre em países desenvolvidos
onde estes segmentos são fortemente partícipes na
riqueza nacional, tendo sido citado o caso da Itália, os
representantes do MRE e do BNDES complementaram externando a visão
de que os Projetos maiores, ou Projetos Âncoras, irão
originar espaços também para pequenas e médias
empresas.
Diversas
foram as manifestações dos participantes com abordagem
a necessidade de ações estruturais e ou operacionais
e mesmo conjunturais. O representante da ANEOR referiu-se ao Plano
de Viação, vigente de 1974, na necessidade do real
aproveitamento da CIDE e na ativação do CONIT mas
este aditado da proposta original na regulamentação,
qual seja, com a participação do setor privado; o
representante da FIEMT insistiu na importância da participação
do setor na divulgação dos projetos prioritários
e de atualização de dados estatísticos, pois
muitos trabalhos que são divulgados se baseiam em dados do
ano 2000. Foi lembrado que muitas vezes ocorrem reações
fortes de ambientalistas, mas sem conhecimento exato das ações
preventivas que serão aplicadas e que em muitos casos estão
retardando a realização de obras de infra-estrutura
essenciais ao desenvolvimento econômico e social.
O
representante do CRIAS referenciou novamente a preocupação
do organismo nestes mais de nove anos, com cinco congressos internacionais
realizados e reuniões plenárias na CEPAL em Santiago
do Chile e na ALADI em Montevidéu, na formatação
de projetos estruturais e que contemplem ao desenvolvimento harmônico
da região, com o aproveitamento das melhores oportunidades
dos sistemas viários, matrizes energéticas e nas comunicações,
buscando através da inter e multi-modalidade conquistar as
metas elencadas e cumprir o Planejamento Estratégico, dissertando
sobre as propostas já apresentadas e algumas delas adotadas
nas decisões inclusive aquelas originadas das cúpulas
dos presidentes e integrantes a documentação do CRIAS
em seu site e também as que objetivam a auto sustentabilidade
como a da engenharia financeira apresentada no congresso de 2002
em Brasília e que considera essencial uma ação
conjunta de organismos públicos e de entidades privadas neste
sentido. Lembrou, mais uma vez da importância de que ao ocorrer
reuniões da IIRSA, representantes do setor privado possam
ser incluídos em algumas das reuniões, à semelhança
do procedido por outros países, sem que isto signifique interferência
do setor privado em questões de estado. Considerou significativo
para este processo a reunião realizada no MRE em outubro
passado, na Divisão Econômica da América do
Sul onde traçaram-se as linhas gerais para o CRIAS desenvolver
a difusão da cultura da integração e que foi
apresentado pelo CRIAS nesta reunião do PIFEC.
Foi
consensuado após esta apresentação, além
do descrito anteriormente:
o Pré-agendar para a 2a quinzena de março
de 2006, uma reunião possivelmente no MRE, com foco na
difusão da cultura da integração e objetivando:
A
– estabelecer canais de diálogo com os diversos setores
da iniciativa privada e da sociedade civil
B – Apresentação preliminar
do Banco de Projetos e da Engenharia Financeira
Todos
os participantes externaram suas preocupações em que
se estruturem metas e objetivos factíveis e realistas, devidamente
acompanhados re que permitam consolidar a cultura da integração
na forma aqui referenciada .
Projetando-se
ações futuras foi consensuado encaminhar convite ao
Ministério da Agricultura e da confederação
respectiva das entidades privadas, a semelhança da participação
da CNI e CNT, para que se integrem a estas ações que
o PIFEC vem desenvolvendo. Em uma próxima etapa as áreas
da Integração Nacional e da Educação
também serão convidadas a participar. Da mesma forma
houve consenso de que o Poder Legislativo, Senado e Câmara
Federal, por suas Comissões compatíveis com estes
objetivos do PIFEC, também sejam convidadas.
Foi
colocada a palavra à disposição antes de serem
encerrados os trabalhos da parte da manhã, tendo se manifestados
as representações da CNT e da CIT, ambas registrando
a satisfação da oportunidade proporcionada, registrando
ainda o representante da CIT a importância de inclusão
da academia e mais uma vez reiterada a disposição
de ação participativa de parte dos representantes
da CAMEX, do BNDES, da CNI, do MT, do SETCERGS e da FIEMT.
Houve
ainda consenso da necessidade de ativar ações científicas
de logística e da integração da área
de comunicação, para que a sociedade como um todo
tome conhecimento destas ações.
Encerrando
os trabalhos da manhã fez uso da palavra o representante
da ANEOR postulando que em relação a CIDE os recursos
arrecadados sejam aplicados seguindo um planejamento integrado e
com abrangência à logística, esta também
uma bandeira da CNI, e para que se obtenha a tão desejada
infra-estrutura física para o que é indispensável
a ativação do CONIT. Lembrou sua integração
ao CRIAS desde a fase inicial e a ação inovadora com
a qual foi constituída o Comitê das Rotas de Integração
da América do Sul, ímpar em tudo aquilo que se conhece
na região, onde representantes de Governo, do Setor Privado
e dos Organismos de Fomento vêm se reunindo há mais
de nove anos e buscam equacionar ações e apresentando
trabalhos e proposições concretas para mudar a cultura
que freia o desenvolvimento, criando esta visão conceitual
de representação coletiva, pelo que, mais uma vez,
parabenizava a presidência CRIAS.
Os
trabalhos foram suspensos, para se re-iniciarem na parte da tarde.
Ao
se iniciarem os trabalhos da tarde foi procedida a distribuição
dos seguintes elementos técnicos :
o
Agenda Mínima para a Infra-Estrutura – CNI, dezembro
de 2005
o
CNT – Informação
o
UNCTAD – Transport Newsletter – n° 29 - CRIAS
o
CNT-SEST SENAT – 10a Pesquisa Rodoviária 2005
Em
prosseguimento a Pauta foi abordado o item “Comentários
sobre a reunião realizada em 23 de novembro, na sede do BNDES
e referente ao Encontro Nacional sobre a construção
da Visão estratégica no âmbito da IIRSA, sob
os auspícios do Ministério do Planejamento e do BNDES”.
Diversos
participantes do PIFEC estiveram na mencionada reunião e
procederam-se a amplos debates sobre os temas apresentados e as
reuniões paralelas desenvolvidas na parte da tarde.
Houve
consenso quanto a importância deste debate entre os diversos
intervenientes, agora promovido pelo setor governo e do significado
desta iniciativa para divulgar os projetos prioritários e
o amplo conhecimento dos mesmos e também da relevância
para o Brasil de realizar os projetos e obras dentro de suas fronteiras
e, conseqüentemente, da relevância do constante no PPA.
O
representante do CRIAS fez referência ao conteúdo do
trabalho apresentado na parte da manhã com as ações
estratégicas ali elencadas e que são essenciais, conforme
foi consensuado também nesta oportunidade para que se tenha
uma efetiva aferição, através de indicadores,
dos projetos e obras prioritárias do projeto IIRSA e daquelas
que são de responsabilidade e iniciativa do governo do Brasil.
Face
a impossibilidade de presença do representante do Ministério
do Planejamento, organismo que coordena a representação
do Brasil na IIRSA, foi consensuado que este tópico voltará
a debate na próxima reunião, quando se terá
oportunidade de debate-lo amplamente e já com a realização
das reuniões ocorridas no Mato Grosso do Sul, Paraná
e Amazonas.
Os
integrantes do setor privado, todavia, registram a urgência
em que a sociedade civil seja convenientemente informada sobre os
objetivos e significado deste processo, pois ficou evidente na reunião
de 23 de novembro no Rio de Janeiro, que há um desconhecimento
praticamente total do que seja a iniciativa IIRSA, tanto no segmento
da sociedade civil que congrega algumas ONG´s e entidades
sindicais que lá estiveram presentes e que ações
esclarecedoras neste sentido devem partir dos organismos governamentais
que contará, sempre, com as ações como estas
que o CRIAS e o PIFEC desenvolvem.
A
luz dos trabalhos técnicos distribuídos e mencionados
anteriormente, foram feitas considerações específicas
sobre temas pontuais e que se relacionam com gargalos na logística
e na infra-estrutura física.
Um
dos exemplos suscitado pelo representante da CAMEX e vinculado a
Agenda Portos, abordou o tema dos portos brasileiros e a frota de
navios de longo curso. Em relação a frota foi analisado
o quadro constante do documento da UNCTAD já mencionado e
que analisa os dez países com maior número de navios,
onde não se relaciona qualquer país latino-americano
e com a ampla predominância da China e o informativo de 8
de dezembro de 2005 onde a CNT registra dados do orçamento
da União onde foram disponibilizados recursos da ordem de
229,3 milhões de reais, tendo sido comprometidos 85 milhões
de reais e o valor efetivamente gasto foi de 12 milhões de
reais.
Estes
elementos evidenciam, mais uma vez, a tese que vem sendo defendida
pelo PIFEC da necessidade urgente de um Banco de Projetos e de que
o PPA seja, efetivamente,
um documento dinâmico e realista quanto as reais possibilidades
de concretização.
O
representante da ANEOR registrou a necessidade de estruturação
das fontes de recursos com análise da CIDE, das PPP´s,
de Concessões, de Financiamentos Internos e Externos e dos
Orçamentos, transmitindo um posicionamento concreto sob o
enfoque de sua entidade e relacionado com um planejamento integrado
em que a logística é essencial e mais uma vez referiu-se
ao modo de atuação do CRIAS e a visão com que
foi constituído em 1996 e que ainda hoje não se registra
uma ação com esta amplitude.
A
seguir e como integrante ao último tópico da Pauta,
“Sugestões de inclusão de projetos de obras
de infra-estrutura e de energia no PPA e de outras que tenham reflexos
no desenvolvimento do País”, o representante da CIT
sugeriu:
1 - No concernente ao corredor amazônico, o da navegabilidade
entre o Porto de Manaus e o porto de Francisco Orellana no Rio Napo.
2
- O representante da FIEMT apresentou um documentário intitulado
“Potencial de Comércio do Estado do Mato Grosso com
os Países Andinos”, cuja integra se encontra em “para
ver”, sugerindo a inserção de 432 km na agenda
consensuada da IIRSA, de San Matias à Concepción,
na Bolívia, permitindo a integração asfaltica
de Mato Grosso com os Países Andinos.
Para
Ver - Apresentação da FIEMT
3 - Por fim o CRIAS sugeriu a re-inclusão da BR-290 no PPA
no trecho entre Porto Alegre e Uruguaiana, pois a mesma é
integrante ao Eixo Mercosul-Chile e tem segmentos na ordem de 350
km que carecem da mais ampla restauração, aí
compreendendo acostamentos, sinalização, pavimentação
e o que mais se exige de uma BR de primeira classe, pois ao ser
concluída a duplicação da BR-101 entre Palhoça(SC)
e Osório (RS) na BR-101 e estando duplicado o trecho da BR-290
entre Osório e Porto Alegre, sua continuação
à Uruguaiana possuí trechos em mau estado, o que inclusive
confronta em documentação compromissada, o priorizado
entre os Presidentes do Brasil e da Argentina, Ata de Copacabana,
firmada em 2004.
Agregando
as demais recomendações e sugestões, todas
consensuadas e constantes desta súmula, o PIFEC considerou
relevante a participação de todas as Confederações
com vistas a sensibilizar os agentes públicos para a mais
rápida, eficiente e eficaz consolidação da
integração sul-americana, tendo como ferramenta fundamental
a infra-estrutura física e a formatação de
uma matriz energética .
Ao
encerrar o Presidente e representante do CRIAS agradeceu a ação
participativa de todos os presentes e a hospitalidade da Confederação
Nacional da Indústria, ao abrigar pela segunda vez em 2005,
reuniões do PIFEC.
Visto :
| Joal
Teitelbaum |
PIFEC-SUMULA
4ª REUNIÃO - BRASÍLIA |
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